
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
A CHAVE PARA REBECA

ÚLTIMO ANO EM LUANDA
Já se passou um ano que eu deixei de escrever neste blog. Chegou a altura de recomeçar e por isso vou reiniciar com as minhas últimas leituras e a pouco e pouco irei colocar à disposição os restantes livro que fui lendo ao longo deste período.
Sinopse
Em 1974, uma revolução em Lisboa apanha de surpresa centenas de milhares de portugueses que vivem em Angola. A partir desse dia inicia-se a derrocada imparável de uma sociedade inteira que, tal como um navio a afundar-se, está condenada à destruição e à ruína. Em escassos meses, trezentos mil portugueses são obrigados a largar tudo e a fugir, embarcando numa ponte aérea e marítima que marca o maior êxodo da história deste povo. Para trás ficam as suas casas, os carros e até os animais de estimação. Empresas, fábricas, comércio e fazendas são abandonados enquanto Luanda, a capital da jóia da coroa do império português, é abalada por uma guerra civil que alastra ao resto do território angolano. Três movimentos de libertação, cujos exércitos estavam derrotados a 25 de Abril de 1974, estão novamente activos e combatem entre eles pelo poder deixado vazio pelas Forças Armadas portuguesas. É neste cenário de total desorientação social e de insegurança generalizada que Nuno, um aventureiro que há anos atravessa os céus do sertão angolano no seu avião, Regina e o filho de ambos se movem, numa extra ordinária luta para sobreviverem à violência diária, às perseguições políticas, às intrigas e traições que fazem de Luanda uma cidade desesperada. Esta é a história de coragem e abnegação de um casal surpreendido, tal como milhares de outros, num processo de degradação que se deve à recusa do Exército em defender os seus próprios compatriotas a favor de um movimento até há pouco inimigo, ao desinteresse dos políticos, à total incapacidade do governo de Lisboa para impor os termos de um acordo assinado no Alvor e constantemente violado em Angola e à intervenção militar das duas potências mundiais envolvidas numa guerra fria que é combatida por intermédio dos exércitos regionais.
Este tema, apesar não o ter vivo pessoalmente, diz-me bastante pois que fui mobilizado para prestar serviço militar na, então, chamada colónia portuguesa de Angola. Vivi em Luanda uma escassa semana e de resto andei no leste, Alto Cuito e Luena. Também tive o privilégio de conhecer uma cidade que me encantou, Benguela, e onde estive seis meses da minha juventude vivida com muito gozo.
É falado de muitas artérias que eu conheci e, na própria capa, é reproduzida uma imagem que me lembro de ter cruzado algumas vez.
Portanto antes do PREC angolano a vida que é relatada é-me algo familiar e que foi interessante recordar.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
AS MÁSCARAS DE SALAZAR

MEMÓRIAS DE UM MESTRE FALSÁRIO

Sinopse
William Heaney é uma fraude. Ainda assim, uma fraude cheia de charme. Escritor de talento, prefere escrevinhar poesia para um amigo (que se torna famoso à conta disso). Produz também primeiras edições falsas de obras de Jane Austen para espoliar os tolos e ambiciosos coleccionadores de primeiras edições. Mas não é maldoso. O dinheiro vai direitinho para um lar de sem-abrigo, e os seus crimes na verdade não fazem mal a ninguém. Há razões para não ter chegado mais longe. Quando jovem fez algumas coisas de que se envergonha. Ah, e vê demónios! Esta é a sua história. A história de um homem que vive com remorsos, que bebe demais, que é refém do seu demónio e é capaz de ver os dos outros: figuras sombrias, indistintas, esperando, alcandoradas no ombro das pessoas. À espera de um erro, de um momento de fraqueza… Entretanto, William aguarda sem saber bem o que aguarda. Algo que o resgate dos sofrimentos do mundo? O amor? Mas até lá, toma-se mais um copo?...
terça-feira, 6 de julho de 2010
QUANDO NIETZSCHER CHOROU

Friederich Nietzsche, o maior filósofo da Europa, está no limite de um desespero suicida, incapaz de encontrar cura para as insuportáveis enxaquecas que o afligem. Josef Breuer, médico distinto e um dos pais da Psicanálise, aceita tratar o filósofo com uma terapia nova e revolucionária: conversar com Nietzsche e, assim, tornar-se um detective na sua cabeça. Pelas ruas, cemitérios e casas de chá da Viena do sec. XIX, estes dois gigantes do seu tempo vão conhecer-se um ao outro e, fundamentalmente, conhecer-se a si próprios.E no final não é apenas Nietzsche que exorciza os seus fantasmas. Também Breuer encontra conforto naquelas sessões e descobre a razão dos seus próprios pesadelos, insónias e obsessões sexuais. Quando Nietzsche Chorou funde realidade e ficção, ambiente e suspense, para desvendar uma história superior sobre amor, redenção e o poder da amizade.
MENTIRAS NO DIVÃ

AMIZADES IMPROVÁVEIS

Depois do acidente a vida de Matt Morris, de 15 anos, tem sido um inferno. O irmão Jake está morto e a namorada do irmão, Jools, está desfigurada. Agora Jake está de volta, assombrando Matt a cada passo, aparecendo do nada vestido de formas muito estranhas… Amargurado pela culpa e desesperado para revelar a verdade, Matt tenta reconstruir esse dia trágico. É difícil escrever uma história de redenção, amizade e esperança entre pequenos patifes sem descambar no moralismo pomposo. Graham Joyce, porém, consegue um perfeito equilíbrio e é esta uma das muitas razões que fazem deste livro uma obra ímpar da ficção actual.
terça-feira, 8 de junho de 2010
FIM DAS AULAS DE BLOGS
Foram diversas horas que vivi na expectativa de aprender esta ferramenta que a informática disponibiliza. A experiência valeu a pena.
Resta-me agradecer ao Monitor que de forma cordial transmitiu as regras que fazem viver este meio de comunicação.
Bem haja Dr. João.
terça-feira, 4 de maio de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
Pintura famosas
A obra mais emblemática desse período é, sem sombra de dúvida, a Guernica. Pintura que Picasso imortalizou e que todos poderão observar no Museo Raina Sofia, em Madrid.


