
segunda-feira, 7 de abril de 2014
CLARABOIA

domingo, 9 de fevereiro de 2014
UMA NOITE NÃO SÃO DIAS
domingo, 26 de maio de 2013
A MÃO DO DIABO
O tempo tem passado quase sem dar por isso. As últimas deste blog são mais que atrasadas e como não deixei de ler aqui vão mais uns tantos livros que tive oportunidade de passar uns bons momentos de leitura.
sábado, 25 de maio de 2013
PENSAMENTOS SECRETOS
"Jonathan Browne e Mike Brady estudaram na mesma faculdade, mas a amizade entre eles começa apenas quando são chamados a cumprir o serviço militar - período que virão a recordar como o mais aborrecido, inútil e extenuante das suas vidas. Mas enquanto Jonathan se adapta facilmente às regras instituídas, Mike persiste em lutar contra o sistema, e acabará por pagar caro a sua rebeldia."
"Esta é a famosa confissão de Alexander Portnoy, impelido ao longo da vida por uma sexualidade insaciável, mas ao mesmo tempo refreado pela mão de ferro de uma infância inesquecível. O dom de Philip Roth para a fantasia, os seus diálogos sublimes, a sua arte de evocar lugares e ambientes, fazem de "O Complexo de Portnoy" uma obra simultaneamente hilariante, escabrosa e profundamente comovente. Alexander Portnoy é uma grande personagem cómica. Vais ser para muitos leitores o que a mãe foi para ele: A Personagem Mais Inesquecível Que Alguma Vez Conheci. O mais delirantemente divertido livro sobre sexo até hoje escrito"
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JERUSALÉM
SINOPSE
GOODBYE COLUMBUS
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Vencedor do National Book Award
"'' Adeus, Columbus'' é narrado a partir do ponto de vista de Neil Klugman, um judeu de vinte e três anos de idade, que vive com sua tia e meu tio em um bairro de classe média baixa em Newark, New Jersey, e trabalha em uma biblioteca pública. Trata-se de seu relacionamento ao longo de um verão com Brenda Patimkin, um estudante universitário judeu de classe média alta, ficar com a família nos subúrbios. Sua relação é caracterizada pelo contraste de suas diferenças sócio-econômicas, apesar do fato de que ambos são judeus. O verão termina com o casamento de Brenda irmão Ron, após o que Brenda retorna ao Radcliffe College, em Massachusetts. Quando os dois se marcar um encontro em um hotel durante os feriados judaicos, ela diz a ele que seus pais descobriram seu diafragma e ambos têm escrito suas cartas expressando sua consternação e seu desdém para Neil como resultado. Como Brenda sente que não pode mais continuar o relacionamento, Neil deixa o hotel, em última análise, atingir um novo sentido de auto-conhecimento, o que é expresso pelo alvorecer do Ano Novo judaico que ele chega de volta em Newark.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
A CHAVE PARA REBECA

ÚLTIMO ANO EM LUANDA
Já se passou um ano que eu deixei de escrever neste blog. Chegou a altura de recomeçar e por isso vou reiniciar com as minhas últimas leituras e a pouco e pouco irei colocar à disposição os restantes livro que fui lendo ao longo deste período.
Sinopse
Em 1974, uma revolução em Lisboa apanha de surpresa centenas de milhares de portugueses que vivem em Angola. A partir desse dia inicia-se a derrocada imparável de uma sociedade inteira que, tal como um navio a afundar-se, está condenada à destruição e à ruína. Em escassos meses, trezentos mil portugueses são obrigados a largar tudo e a fugir, embarcando numa ponte aérea e marítima que marca o maior êxodo da história deste povo. Para trás ficam as suas casas, os carros e até os animais de estimação. Empresas, fábricas, comércio e fazendas são abandonados enquanto Luanda, a capital da jóia da coroa do império português, é abalada por uma guerra civil que alastra ao resto do território angolano. Três movimentos de libertação, cujos exércitos estavam derrotados a 25 de Abril de 1974, estão novamente activos e combatem entre eles pelo poder deixado vazio pelas Forças Armadas portuguesas. É neste cenário de total desorientação social e de insegurança generalizada que Nuno, um aventureiro que há anos atravessa os céus do sertão angolano no seu avião, Regina e o filho de ambos se movem, numa extra ordinária luta para sobreviverem à violência diária, às perseguições políticas, às intrigas e traições que fazem de Luanda uma cidade desesperada. Esta é a história de coragem e abnegação de um casal surpreendido, tal como milhares de outros, num processo de degradação que se deve à recusa do Exército em defender os seus próprios compatriotas a favor de um movimento até há pouco inimigo, ao desinteresse dos políticos, à total incapacidade do governo de Lisboa para impor os termos de um acordo assinado no Alvor e constantemente violado em Angola e à intervenção militar das duas potências mundiais envolvidas numa guerra fria que é combatida por intermédio dos exércitos regionais.
Este tema, apesar não o ter vivo pessoalmente, diz-me bastante pois que fui mobilizado para prestar serviço militar na, então, chamada colónia portuguesa de Angola. Vivi em Luanda uma escassa semana e de resto andei no leste, Alto Cuito e Luena. Também tive o privilégio de conhecer uma cidade que me encantou, Benguela, e onde estive seis meses da minha juventude vivida com muito gozo.
É falado de muitas artérias que eu conheci e, na própria capa, é reproduzida uma imagem que me lembro de ter cruzado algumas vez.
Portanto antes do PREC angolano a vida que é relatada é-me algo familiar e que foi interessante recordar.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
AS MÁSCARAS DE SALAZAR

MEMÓRIAS DE UM MESTRE FALSÁRIO

Sinopse
William Heaney é uma fraude. Ainda assim, uma fraude cheia de charme. Escritor de talento, prefere escrevinhar poesia para um amigo (que se torna famoso à conta disso). Produz também primeiras edições falsas de obras de Jane Austen para espoliar os tolos e ambiciosos coleccionadores de primeiras edições. Mas não é maldoso. O dinheiro vai direitinho para um lar de sem-abrigo, e os seus crimes na verdade não fazem mal a ninguém. Há razões para não ter chegado mais longe. Quando jovem fez algumas coisas de que se envergonha. Ah, e vê demónios! Esta é a sua história. A história de um homem que vive com remorsos, que bebe demais, que é refém do seu demónio e é capaz de ver os dos outros: figuras sombrias, indistintas, esperando, alcandoradas no ombro das pessoas. À espera de um erro, de um momento de fraqueza… Entretanto, William aguarda sem saber bem o que aguarda. Algo que o resgate dos sofrimentos do mundo? O amor? Mas até lá, toma-se mais um copo?...

























